quinta-feira, 30 de junho de 2011

Meu coração neste momento

Meu coração chora...
Mas não são lágrimas comum.
São lágrimas de dor.
Uma dor que esmaga,destrói.
Entre risos e sorrisos
escondo lágrimas sombrias.
Como uma noite fria e tenebrosa...
Não sei porque estou assim
Mas sei q estou.
Talvez seja ruim eu estar assim
Ou talvez seja bom pois pode ser
a maior lição de todas...
Todos tem seus momentos
Acho este é o meu.
Está na hora de eu ter uma epifania...
Enfim...
Aconteça o q tiver de acontecer
Vou secar minhas lágrimas
Levantar a cabeça e ser feliz...
Acima de tudo....
continuo amando.

domingo, 25 de julho de 2010

Fernando Neves


Fernando Neves...
sim, é você quem me faz feliz.
Nascido no dia 31 de janeiro de 1983, trouxe para muitas pessoas alegria, amor,felicidade, carinho e muita sabedoria.
Fernando, Nando, Téta, Mortadela ...
...Tantas denominações que se resumem a apenas uma.O meu AMOR!
Amor no qual me traz felicidade e alegria em todos os momentos.
Mesmo quando estou triste com você estou feliz, pois neste mesmo momento tenho você!
Por mais sozinha que eu esteja, você está sempre comigo.MEsmo que seja emuma ligação, pensamento, mesmo que seja ...


Amo Você!!!


Gláucia

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pai

Quando eu nasci,
Você estava lá para me pegar quando eu cair, quando e onde.
Quando eu disse que as minhas primeiras palavras,
Você estava lá para mim,
ensinar-me o dicionário inteiro se for necessário.
Quando eu tomei meus primeiros passos,
Você estava lá para encorajar-me.
Quando eu tive meu primeiro dia na escola,
você estava lá para me dar conselhos e me ajudar com meu dever de casa.
Eu ainda não terminei a escola,
ou desci o corredor, ou tive meu primeiro filho.
Mas eu sei que você vai estar lá para me por todas essas vezes e mais, o bom eo mau.
Então eu só escrevi isso para dizer "EU TE AMO PAI! '

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Deméter

Na Grécia antiga, a deusa Deméter e sua filha, Perséfone, eram cultuadas nos mistérios de Elêusis, rituais secretos em que se agradeciam a fecundidade da terra e as colheitas.
Deméter, deusa grega da agricultura, era filha de Crono e Réia, irmã de Zeus, Hades, Poseidon, Héstia e Hera, e mãe de Perséfone, que a ajudava nos cuidados da terra, e de Pluto, deus da riqueza. Perséfone foi raptada por Hades, que a levou para os Infernos e a esposou. Desesperada com o desaparecimento da filha, Deméter saiu a sua procura e, durante a viagem, passou pela cidade de Elêusis, onde foi hospitaleiramente recebida. Em agradecimento, revelou aos habitantes seus ritos secretos.
A terra abandonada, entretanto, tornava-se estéril e os alimentos começavam a escassear. Preocupado com a difícil situação dos mortais, Zeus convenceu Hades a permitir que Perséfone passasse o outono e o inverno nos Infernos e regressasse para junto da mãe na primavera. Assim, Deméter simbolizou a terra cultivável, produtora da semente -- Perséfone -- que há de fecundá-la periodicamente.
Em Elêusis celebravam-se os mistérios, ou ritos secretos, em que Deméter figurava como deusa da fertilidade e Perséfone como encarnação do ciclo das estações. Na mitologia romana, Deméter foi identificada com Ceres.

Poseidon

Poseidon era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Hades.Na partilha do universo ele teve por lote as águas, ficando-lhe subordinados todos os deuses primitivos.De um palácio esplêndido, que ele habita no fundo do mar, governa Poseidon seu império com uma calma impertubável.Para ter conhecimento do que se passa à superfície das ondas, ele a percorre num carro puxado por cavalos de pés de bronze e escoltado por monstros marinhos: imagem das vagas que o vento levanta e cuja franja de espuma os gregos comparavam às crinas dos cavalos.Muitas vêzes Poseidon se mostra irado e sua cólera não se manifesta somente no mar; não só ele envia à terra monstros temerosos, arrancados às profundezas do mar, como, munido do tridente, seu atributo consagrado,
agita a terra, levantando e arrancando enormes rochedos.
Outras vêzes, porém, com nobre serenidade ele faz com que as águas tempestuosas voltem ao seu leito, com que os ventos desencadeados regressem para o seu abrigo na caverna de Eólo, restabelece, em suma, a ordem no seu vasto império.
Foi Poseidon quem fixou as ilhas aparecidas em conseqüência das erupções vulcânicas, quem construiu as largas portas de aço que fecham o Tártaro onde estão encerrados os Titãs vencidos; daí o seu título de construtor e a lenda que faz dele, momentaneamente exilado do conjunto de deuses, o arquiteto das muralhas de Tróia, muralhas por ele próprio derrubadas, afim de se vingar da perfídia do rei Laomedonte, que se recusou a lhe pagar o salário.O poder de Poseidon se extende até às águas doces, pois foi com um golpe de seu tridente que ele fez jorrar a inesgotável fonte de Lerna, na Argólida.A imaginação poética dos gregos comparava as ondas do mar aos cavalos, por causa de sua rapidez; por essa razão foi o cavalo consagrado a Poseidon e as corridas de cavalo como um dos elementos necessários das festas que se celebravam em sua honra.Essas festas se realizavam perto do bosque sagrado da cidade de Oncheste, na Beócia, e, principalmente, no recinto do templo do deus, em Corinto. Essas últimas, que se realizavam de três em três anos, eram denominadas jogos ístmicos, devido ao istmo de Corinto, que, pela sua posição entre dois mares, se tornou naturalmente o centro do culto de Poseidon. Poseidon é geralmente representado nú, com uma longa barba, tendo à mão o tridente, e ora sentado, ora em pé sobre as ondas do mar, ou em um carro puxado por cavalos comuns ou marinhos; a sua figura é a de um homem robusto e de aspecto magestoso, mas não possui a calma olímpica de Zeus; as rugas de sua fronte, a desordem de sua barba e de sua cabeleira simbolizam a freqüênte agitação das ondas.
Poseidon tinha por esposa Amfitrite, filha de Nereu e de Dóris (*); a princípio, ela havia se recusado esposar Poseidon, chegando a se esconder para evitar a sua perseguição, mas um delfim (*golfinho*), que Poseidon encarregara de pleitear a sua causa, encontrou-a perto do monte Atlas e convenceu-a de aceitar o pedido do deus. Anfitrite corresponde à Hera, mulher de Zeus, mas a sua lenda teve pouco desenvolvimento, representando ela um papel apagado. De Anfitrite teve Poseidon um filho chamado Tritão e várias ninfas marinhas.
Tritão era um deus violento, personificação do mugido furioso do mar; ele aterrorizava os marinheiros com o barulho espantoso do búzio que ele soprava, mas também, quando ele o queria, tirava desse instrumento sons tão suaves que nenhuma música humana saberia igualar. Os poetas, desdobrando a personalidade de Tritão, criaram os Tritões, divindades marítimas cuja parte superior era de homem e a inferior de peixe, e que formavam, juntamente com as Nereidas, o cortejo de Poseidon. Além de Amfitrite, possuiu Poseidon muitas outras esposas, para se aproximar das quais ele adotava geralmente uma metamorfose. Assim mudou-se em touro nos seus amores com uma filha de Eólo; em rio para tornar Ifomedéia mãe de Otus e Ifialte; em delfim, na sua intriga amorosa com Meleanto. Parece que em certas tribos indígenas Poseidon precedia a Zeus, sendo senhor das águas e partilhando com Zeus o domínio da terra. O que leva a essa conclusão não é somente o seu papel considerável e muitas vezes independente do de Zeus, mas, principalmente, a sua arma, o tridente, que nos primórdios significava o raio; que Poseidon seja muito mais antigo que Zeus se depreende facilmente pela natureza de seus filhos, que são todos monstros ou gigantes de costumes bárbaros.”